Margens de lucro estreitas, crise, impostos, chargeback. Mesmo com todas estas intempéries, muitos varejistas brasileiros estão focados em uma das sextas-feiras mais promissoras em vendas do ano: a Black Friday.

O termo foi criado pelo varejo norte-americano e diz respeito à quarta sexta-feira de novembro, após o feriado de Ação de Graças. Compreende o período que antecede as compras de Natal e das festas de final de ano e, historicamente, apresenta grande lucratividade.

Até aqui, não se tem novidade.

Mas, e para os e-commerces brasileiros, o que esta data efetivamente representa?

O comércio eletrônico brasileiro é um dos maiores mercados do mundo, que permanece em constante expansão, apesar da chamada crise. Esta expansão é reflexo de uma mudança no comportamento de compra dos consumidores, os quais, com a ‘era digital’, utilizam-se da internet para maior comodidade nas compras e busca por melhores preços.

Além dessa mudança de comportamento, há que se considerarem as datas em que os consumidores, por via de regra, recebem as suas remunerações. Em meados de novembro, os décimos terceiros salários estão na conta corrente de grande parte dos brasileiros.

Têm-se, assim, dois fatores relevantes para que a Black Friday possa ser considerada uma data benéfica para as vendas dos e-commerces.

Certo, mas vamos observar um pouco a realidade dos lojistas.

O consumidor está mais exigente e, com isso, desenvolvendo uma cultura de pesquisa de preços via internet. Porém, para o lojista, não se trata apenas de apresentar os menores preços. O posicionamento nos canais de venda e visibilidade nos sites de busca também são fatores determinantes.

Verdade seja dita, o lojista no comércio eletrônico brasileiro precisa se reinventar e se estruturar a todo o momento para sobreviver no mercado. A Black Friday é apenas um dos fatores a serem conjugados na extensa lista de prioridades dos e-commerces.

O consumidor brasileiro considera a data da Black Friday para as suas compras? Sim! A data, então, pode ser lucrativa para os lojistas? Sim! Com planejamento e estrutura para atendimento da demanda, a empresa pode ter ótimos resultados com a ação.

Mas não se engane. Sem planejamento e estrutura, a Black Friday pode ser um terror para a empresa, no sentido original da expressão.

Para os lojistas que não estão estruturados, o Natal pode se tornar a data que ainda estarão fechando pacotes da ‘sexta negra’ e respondendo as ‘cartinhas’ dos consumidores. E não serão cartas de gratidão.

Os operadores logísticos terceirizados assumem papel de relevância neste momento. A SHL, ciente deste movimento, estrutura-se dia a dia para atender os seus clientes e proporcionar os menores prazos de expedição.

O que a Black Friday representa para a SHL?

Uma oportunidade para demonstrar os benefícios de uma operação logística estruturada e controlada via sistema, que permite um prazo de expedição reduzido, com apenas um clique. O cliente pode dobrar a sua produção mês a mês, que o prazo de expedição permanece o mesmo, e não terá surpresas com a Black Friday.

Notícias recentes informam que a Black Friday do próximo ano será transferida para o mês de setembro. Concretizando-se ou não esta alegação, há que se continuar planejando, inovando e investindo em estrutura, com vistas a reduzir custos e aumentar a produtividade. Quem sabe, teremos duas Black Fridays para movimentar o e-commerce em 2018.

 

A SHL Logística deseja a você, lojista, vendas elevadas e prazos de expedição reduzidos nesta Black Friday.

Marta Carvalho é Consultora de Empresas e Coordenadora Comercial da SHL.